Descrevi com meu olhar
O brilho do seus olhos,
Com meu sorriso, a beleza do teu.
Fiz de conta,
Para deixar tudo como estar
Para no fim da tarde
Eu voltar e te buscar.
Você pode nem estar mais aqui
Mas estará para sempre
No mesmo lugar onde te deixei
Na imagem que eu nunca esquecerei
Escrita no céu, coberta por nuvens
Guardada em meu coração
Lembrada por esta canção.
sábado, 27 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Dia Comun: Chuva, Frio e Cobertor...
Quando pela primeira vez
Eu pude sentir
O Orvalho dos campos
Onde as flores eram sorridentes
E os pássaros eram maestros
Tive a leve impressão
De que seria pela última vez...
De todas as vezes
Em que as manhãs
Tornavam-se ma´gicas
E o céu parecia se abrir
Como se me chamasse
Eu sempre acreditei
Que tudo passaria
Quando eu envelhecesse.
Quando as crianças
Rodeavam-me com seus risos
Eu sorria com elas
E pensava que nunca mais
Eu pudesse voltar
Ou que nunca teria
A minha chance de ter
A chance que o meu despediçou.
Quando eu via
As folhas morrerem
Em pleno outono
Eu sentia como se fossem
Pessoas tão próximas a mim
Que lá estava eu
Catando folha por folha
Guardando-as
Dentro de uma velha
Caixa de sapatos.
Quando todos resolveram
Moldar-se pelos outros
Eu fiquei com a minha
Própria espada, e meu
Próprio escudo em punhos
Em busca das coisas
Que haviam me dito que existiam
Mas ninguém nunca
As haviam encontrado.
Na verdade,
Nada nunca esteve realmente perdido
Muito menos tudo estava a salvo
Mas eu sempre tive
A estrela que hoje me ilumina
O céu que hoje me aquece
As pegadas que sempre guiaram-me.
Existe uma felicidade
Que não se precisa buscar
Uma felicidade em que o amor
Deverá servir como túnel
Entre nossa vida
E a vida daquele a quem devemos algo:
Os nossos melhores dias
As nossas melhores noites
Os nossos mais valiosos segredos
Os nossos mais valorosos cristais.
Hoje eu não quero ficar com você...
Eu quero amar você!
Fazer do fogo que queima: a luz
Da escuridão que cega: o quarto de dormir
Do medo que nos cerca: o despertador
Da tristeza que virá:
A água que se tornará vinho
Do amor que criou-se entre nós:
A minha maior razão de viver.
Eu pude sentir
O Orvalho dos campos
Onde as flores eram sorridentes
E os pássaros eram maestros
Tive a leve impressão
De que seria pela última vez...
De todas as vezes
Em que as manhãs
Tornavam-se ma´gicas
E o céu parecia se abrir
Como se me chamasse
Eu sempre acreditei
Que tudo passaria
Quando eu envelhecesse.
Quando as crianças
Rodeavam-me com seus risos
Eu sorria com elas
E pensava que nunca mais
Eu pudesse voltar
Ou que nunca teria
A minha chance de ter
A chance que o meu despediçou.
Quando eu via
As folhas morrerem
Em pleno outono
Eu sentia como se fossem
Pessoas tão próximas a mim
Que lá estava eu
Catando folha por folha
Guardando-as
Dentro de uma velha
Caixa de sapatos.
Quando todos resolveram
Moldar-se pelos outros
Eu fiquei com a minha
Própria espada, e meu
Próprio escudo em punhos
Em busca das coisas
Que haviam me dito que existiam
Mas ninguém nunca
As haviam encontrado.
Na verdade,
Nada nunca esteve realmente perdido
Muito menos tudo estava a salvo
Mas eu sempre tive
A estrela que hoje me ilumina
O céu que hoje me aquece
As pegadas que sempre guiaram-me.
Existe uma felicidade
Que não se precisa buscar
Uma felicidade em que o amor
Deverá servir como túnel
Entre nossa vida
E a vida daquele a quem devemos algo:
Os nossos melhores dias
As nossas melhores noites
Os nossos mais valiosos segredos
Os nossos mais valorosos cristais.
Hoje eu não quero ficar com você...
Eu quero amar você!
Fazer do fogo que queima: a luz
Da escuridão que cega: o quarto de dormir
Do medo que nos cerca: o despertador
Da tristeza que virá:
A água que se tornará vinho
Do amor que criou-se entre nós:
A minha maior razão de viver.
Por Pouco Tempo Esse Amor
Caminhei, mas não para tão longe
Para não perder você de vista.
Dei alguns passos para trás,
Para ter certeza de que era você
Sentada, parada, se perguntando para onde eu ia.
Parado sentei de frente pra você
Fechei os olhos e respirei fundo
Te mandei um beijo
E você sorriu...
Estava no teu colo...
Quieto, olhandopara o ceú.
Tinha um pouco de nós dois
Frágil sempre...
Olhos grandes, brilhantes como os seus
Forte, destruia nossos corações
Era mais uma parte
Mais uma combinação
Um sinal de que estou certo
E de que tudo se resume em você.
Felipe Sá Cardoso, em 26 de outubro de 2007.
Para não perder você de vista.
Dei alguns passos para trás,
Para ter certeza de que era você
Sentada, parada, se perguntando para onde eu ia.
Parado sentei de frente pra você
Fechei os olhos e respirei fundo
Te mandei um beijo
E você sorriu...
Estava no teu colo...
Quieto, olhandopara o ceú.
Tinha um pouco de nós dois
Frágil sempre...
Olhos grandes, brilhantes como os seus
Forte, destruia nossos corações
Era mais uma parte
Mais uma combinação
Um sinal de que estou certo
E de que tudo se resume em você.
Felipe Sá Cardoso, em 26 de outubro de 2007.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Odisséia Celestial em Missão sem Destino.
Não adianta seguir em frente
Por que ainda falta a outra metade do mapa.
A história se repete sempre nessa hora...
Acabam-se as pistas, as curvas, as pegadas: os rastros
Entendes?
Entende que tudo ao redor
Forma uma imagem peculiar
Um sentido menor, por assim dizer
Uma razão supostamente inocular
Uma pestana negra em meio a relva
O "indes" e "vindes" de cada meia hora
Esperando aquilo que só você,
Apesar de louco alcança ver...
Esquece essa linha que demarca seu território
Deixa de lado a estranha sensação de estar só
Comece a escrever na areis próximo à praia
Onde você sabe que as ondas virão e levarão
Para além mar aqueilo que vc quis dizer
E assim, você poderá sempre ser uma nova pessoa.
Vamos... Não pare...
Você não precisa ver para enxergar
Eu não posso te ajudar
Eu não sei onde está a outra metade
Então, o que você quer que eu faça?
Volte para onde tudo começou
E recomece com a fé que de ti escapou
Você parece perdido?
Você nunca esteve...
Felipe Sá Cardoso, em 25 de outubro de 2007.
Por que ainda falta a outra metade do mapa.
A história se repete sempre nessa hora...
Acabam-se as pistas, as curvas, as pegadas: os rastros
Entendes?
Entende que tudo ao redor
Forma uma imagem peculiar
Um sentido menor, por assim dizer
Uma razão supostamente inocular
Uma pestana negra em meio a relva
O "indes" e "vindes" de cada meia hora
Esperando aquilo que só você,
Apesar de louco alcança ver...
Esquece essa linha que demarca seu território
Deixa de lado a estranha sensação de estar só
Comece a escrever na areis próximo à praia
Onde você sabe que as ondas virão e levarão
Para além mar aqueilo que vc quis dizer
E assim, você poderá sempre ser uma nova pessoa.
Vamos... Não pare...
Você não precisa ver para enxergar
Eu não posso te ajudar
Eu não sei onde está a outra metade
Então, o que você quer que eu faça?
Volte para onde tudo começou
E recomece com a fé que de ti escapou
Você parece perdido?
Você nunca esteve...
Felipe Sá Cardoso, em 25 de outubro de 2007.
Ao Ferro: o Fogo... (enquanto eu bebo um copo d'agua.)
INSUSTENTÁVEL DEVANÊIO
Meu mundo não é um mundo de frases prontas.
Eu acredito em num princípio, em um meio e nunca em um fim.
O correto está no erro em que voltamos para corrigir.
O estranho é sempre acharmos que tudo tem uma razão.
Parece fácil quando olhamos tudo de baixo,
A distância mantêm teu corpo seguro por um tempo,
Até o dia em que ele te encontrar para prestar contas...
Você parecia tão estranho quando tudo começou!
Eu sempre contei os segredos para você,
Sempre disse para onde você nunca deveria ir.
Sei que nunca disse o caminho a seguir
Mas eu sei que você sempre soube o que eu quiz dizer.
Um dia, quando você chorou com medo,
Eu pensei que alí fosse ser meu recomeço...
Eu esperava as suas respostas para as minhas perguntas.
Nunca acreditei que a história real que você me contou
Tivesse um final de filme de fixão
Aquém disso do que nós somos aparentemente
Nós somos a verdade que ninguém precisa saber.
Felipe Sá Cardoso, em 23 de setembro de 2007.
Meu mundo não é um mundo de frases prontas.
Eu acredito em num princípio, em um meio e nunca em um fim.
O correto está no erro em que voltamos para corrigir.
O estranho é sempre acharmos que tudo tem uma razão.
Parece fácil quando olhamos tudo de baixo,
A distância mantêm teu corpo seguro por um tempo,
Até o dia em que ele te encontrar para prestar contas...
Você parecia tão estranho quando tudo começou!
Eu sempre contei os segredos para você,
Sempre disse para onde você nunca deveria ir.
Sei que nunca disse o caminho a seguir
Mas eu sei que você sempre soube o que eu quiz dizer.
Um dia, quando você chorou com medo,
Eu pensei que alí fosse ser meu recomeço...
Eu esperava as suas respostas para as minhas perguntas.
Nunca acreditei que a história real que você me contou
Tivesse um final de filme de fixão
Aquém disso do que nós somos aparentemente
Nós somos a verdade que ninguém precisa saber.
Felipe Sá Cardoso, em 23 de setembro de 2007.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Anúbis
Eu acredito que todos deveriam ter um minuto de morte... Sim, de morte!!! Um mísero minuto, morto. Mas que a morte tivesse um sentido nobre entre os vivos... Um sentido de purificação da alma! Quem sabe assim, algo de bom surgisse nas mentes de quem só destrói...
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